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FLIP!

Projeto de Fotografia contemplado pelo Edital das Artes da SecultFor.                                                          Uma série de 3 livretos (conhecidos como cine de dedo) com os temas: Foco, Luz e Revelação.

Idealização: Flávia e Themis Memória / Produção: Lia Damasceno / Fotografia: Rafael Villar e Haroldo Sabóia / Colaboradores Artísticos: Waléria Americo e Euzébio Zloccowick / Apoio: Meu Querido Ácaro, Salão das Ilusões e revista Avoante.

Lançamento e distribuição dia 24 de Fevereiro de 2011.

Como discernir um composto que se define a partir do movimento, que se expõe segundo uma alternancia sequencial que reproduz imagens cuja condição de existencia é a mutação, são os pequenos deslocamentos atraves das páginas? Como compreender o processo de captura fotográfica se esses objetos percorrem o espaço das folhas avançando sobre instantes contidos em uma progressividade complexa, já que desprovida de uma medida específica porque passível de ser interrompida, invertida, (des)acelerada ou mesmo desativada? Conferir a tal composto uma denominação onomatopéica – flip – que ressoa como o que vibra a partir de um contexto de contato com algo capaz de reverberar, é um modo também de começar a falar sobre todo esse processo. Intentamos, através da técnica fotográfica, experimentar a manipulação das imagens, pois à medida que íamos compondo, o próprio gesto de captura foi-se confundindo com o desejo de ser capturado. De modo que, para a realização de todos os livretos, percebemos que havia um eixo norteador: o da experimentação. Todavia, a proposta de difusão da fotografia assumida pelos artistas convidados, perpassa diferentes estratégias em cada um dos trabalhos. A singularidade dos olhares, influenciados por elementos de composição do contexto da fotografia, passa a intervir de uma maneira metafórica, deixando-se acontecer a partir de enredos pautados por uma noção de estudo e experimentação propiciados pela condição de vivenciar algo: sobre a revelação, o surgimento de uma confissão grafada em spray pelas ruas da cidade; sobre a luz, o desaparecimento de um rosto (des)materializado em pan cake e sol; sobre o foco, exercitá-lo? O olhar pede atenção e as mãos ajudam nesta busca. Por fim, está aí também, neste toque ao olhar, a razão para esboçar um formato diferenciado, em que cada foto pode escapar ao conjunto e concentrar um pensamento, uma mirada, um desvio qualquer que permita ao “leitor” divagar, ou melhor, foto-grafar.                                                                                                                         (Flávia Memória)